Post inesperado? Com certeza!
Mas bem, ele é bem curto mas com uma ótima notícia, pelo menos aos fãs de Game Music.
Fiquei sabendo hoje (e não foi pelo Twitter!) que o Symphonic Fantasies vai ser transmitido via LIVE STREAMING e de GRAÇA no dia 12/09 às 15 horas do horário de Brasília! Isso é magnífico, pois trata-se de uma "Video Games Live" só que da Square-Enix, então já dá pra imaginar o porte e a qualidade que será este concerto musical!
Pra melhorar, sei que grandes compositores como o Uematsu (Final Fantasy), o Mitsuda-san (Chrono Cross) e e Yoko Shinomura (Kingdom Hearts) irão prestigiar o evento que ocorrerá no Cologne Philharmonic Halla na Alemanha.
Quem quiser saber o que vão tocar, pode baixar o programa em pdf aqui.
É claro que eu vou acompanhar! Ainda mais por ser um evento da SQUARE e ser Live Streaming FREE! Gostaria de ter uma boa conexão para assisti em broadband, mas vai ter que ser em DSL mesmo. Eu só espero que não haja congestionamento ou mesmo queda de energia ou algum azar bem no dia...
Os links para assistir a transmissão já estão no site, mas só funcionarão no dia do show mesmo!
>> Symphonic Fantasies LIVE STREAMING <<
Uma boa porque bem provável que eu não consiga ir no VGL este ano aqui em São Paulo...
No próximo post retorno a segunda parte dos Nostalgames.
Fonte: Hadouken
04 Setembro, 2009
Symphonic Fantasies
17 Julho, 2009
Nostalgames Pt.1
"Jogar video game é coisa de criança". Com certeza você já ouviu isso algum lugar.
Admito que joguei muito durante quase toda minha infância e não me arrependo. Aliás, é engraçado o fato de que hoje, o ato de gostar de jogar supera a questão do vício ou do hábito. Com certeza já foi um vício e hoje, pela falta de tempo da correria do dia a dia, jogo muito menos, tornou-se o que a gente chama de hobby, aquela atividade que fazemos frequentemente sempre quando temos um tempinho livre...
O post enfim trata sobre os jogos que mais marcaram desde minha infância, aqueles "clássicos pessoais" que todo gamer de carteirinha tem na memória. Dá pra contar nos dedos. Fiz um Top 10 dos jogos mais marcantes (ou pelo menos os que vieram primeiro à cabeça) da infância pré-adolescência até os últimos anos. Inclusive, dado aos extensos posts que costumo escrever, dividirei o assunto em 2 3 partes. O conteúdo abaixo é totalmente de cunho pessoal, então não se espante com as opiniões que podem se divergir, ok? haha.
O que vale é dividir as "experiências gamísticas"! Vamos lá!
10) Tiny Toon Adventures: Buster's Hidden Treasure (Genesis)
Jogo de infância MESMO. É aquele jogo que eu adorava quando criança e nunca cheguei a zerar. Hoje não sei dizer se difícil como uns 15 anos atrás. Verdade! O melhor de tudo é que era um vício empolgante pelo jogo. Engraçado que não me lembro como, mas tinha uma amiga de infância da escola na época (leia-se 1992/1993) cujos irmãos dela jogavam video game e depois de um tempo comecei a conversar com eles (que eram pouco mais velhos que eu) e passei a ir quase todo fim de semana na casa deles para jogar esse game.
Não existia Save e era tudo a base de um password gigantesco! Passávamos a tarde inteira de um sábado jogando até anoitecer. Obviamente voltava cedo pra casa naquela época, não tinha nem 5 anos direito, imagine! Mas era ótimo. Lembro que o mais longe que chegamos foi na "parte das fábricas", onde o "chefão" da fase era a conhecida Felícia, aquela personagem grudenta e esmagadora de bichos fofos de tanto "acariciá-los", mas não conseguimos derrotá-la e parou por aí o jogo. Dá vontade de pegar hoje e jogar tuuuudo de novo, era desafiador o jogo. É muito bom lembrar essa época. Foi um dos primeiros jogos que fez criar vínculos de amizades na minha vida =) infelizmente perdi o contato com ela há muito tempo, mas todos esses momentos foram ótimos! Tiny Toons sempre foi divertido e jogo ainda mais!
Antes de completar esta postagem, encontrei um vídeo no YouTube de um cara (?) terminando o jogo em 1 hora! Não assisti tudo, mas é o que fala a descrição! E se você não tiver nada para fazer, assista e me conta uma hora.
09) Top Gear (SNES)Eu tinha a versão japonesa (e falseta, comprada no Paraguai), entitulado no caso de "Top Racer". É um jogo insuperável de corrida. Joguei o Top Gear 2, o Top Gear 3000 lançados nos anos seguintes, mas este primeiro é o clássico devido a sua mecânica simples de jogo e com certeza, sua trilha sonora bastante memoráveis.
Quem nunca tirou um racha com os amigos? Eu lembro que conheci o jogo pelos meus primos de São Paulo quando vim passar as férias há muitos anos atrás e nossa, como achava difícil naquela época os jogos de corrida. Antes disso eu jogava só o Super Monaco GP, que é um clássico, joguei bastante até mas não marcou tanto quanto Top Gear. O jogo é relativamente curto e com apenas 4 opções de carros, câmbio automático ou manual, mas ainda assim a diversão era garantida!
Posso dizer que se o Daytona USA é o clássico dos Arcades de corrida, Top Gear é o clássico absoluto dos games de corrida nos Consoles!
Com certeza farei um post futuramente dedicado à série do jogo que me faz ter vontade de jogar até hoje!
08) Sonic 2 (Genesis)
Incrível que os 3 jogos do meu Top 10 aqui datam de 1992 embora eu tenha jogado eles em épocas totalmente distantes!
Sonic 2 é algo memorável demais, fui além de fã na época e foi por causa do Sonic 2 que eu quis comprar todos os jogos seguintes da série e o primeiro de todos. Lembro que na época, eu ia na casa de um amigo e a gente passava o dia todo jogando Sonic 2 e outros games de SNES (que na época ele tinha e eu só tinha o Mega Drive). Graças a ele descobri a famosa façanha na tela de apresentação em que se houve o "SEEEGAAA!!!" e o Sonic passava correndo para marcar a logo da desenvolvedora como se fosse seu um rastro que ele deixou; a partir daí você apertava uma sequência de botões e no tempo certo e habilitava o modo Super Sonic e a seleção de fases. Fora isso o Sonic podia se transformar em qualquer objeto do jogo, inclusive as argolas onde dava para multiplicar muitas delas, o suficiente para coletar 50 e o Sonic ficar amarelo, transformando-se no tcham-tcham, Super Sonic! =D
A série Sonic se tornou muito defasada de uns anos para frente e muitos dos títulos atuais tiveram um péssimo tratamento e desenvolvimento. Sonic 2 ao contrário dos jogos lançados para as 2 últimas gerações de video games (leia-se Game Cube, PS2, PS3, etc...), tinha uma ótima jogabilidade, era tudo muito rápido mas controlável. Os cenários (fases) eram bem diversificados e únicos assim como seus obstáculos. Fui influenciado por uma prima minha que me fez gostar muito do jogo. Não tenho muito o que falar do jogo, ele simplesmente agradou pelos personagens, o fator velocidade+obstáculos = maior pontuação e também o visual artístico do jogo, muito bonito para a época!
Bom, como Sonic trata-se de uma franquia grande, reservarei mais detalhes e curiosidades em um post futuro, assim como o Top gear!
Continuo em breve o Top 10 dos jogos que mais marcaram desde a infância! =)
Apenas relatando que o post é de cunho totalmente pessoal e de tom "fanboyzice", ok?
16 Julho, 2009
VGL São Paulo 2009

Finalmente! Um post pra me animar a escrever aqui. Soube desta notícia ontem.
Teremos pela sua 3ª vez em São Paulo (desculpem não mencionar os cariocas), o Video Games Live. As duas edições anteriores aconteceram em 2006 e 2007 respectivamente e estive presente em ambas delas. Em 2008 o concerto musical infelizmente não ocorreu em São Paulo.
Fica marcado a data: 1º de outubro de 2009, em uma quinta-feira (como hoje).
Caso você seja adepto aos conhecidos games ou amigos, parentes, colegas que gostam, eu recomendo e muito! Todo ano eles renovam o repertório para que o evento não fique limitado ao "mais do mesmo", pegando músicas dos jogos mais clássicos até os mais atuais de acordo com o que o público aclama. Sempre tem alguma novidade entusiástica em toda nova edição da VGL e esse ano não pode ser diferente!
Essa notícia me animou muito e lembro como foi emocionante demais a primeira vez que fui. Na segunda vez tive que sair mais cedo pois eu não podia ficar até o final, o que é lamentável, uma vez que é nela que guardam uma surpresa e tanto. Lembro até hoje, perdi a versão do One Winged Angel na guitarra, é isso? Espero que não esteja enganado...
Enfim, quem vai? Provavelmente a orquesta será de novo na Via Funchal com aquele preço básico (R$80,00?). Preciso confirmar. Ainda não há informações no site do VGL e verei depois no site da Via Funchal (se for lá mesmo este ano).
O mais incrível de tudo é que os caras do VGL (entenda-se por Tommy Tallarico e Jack Wall) vivem viajando mundo afora para realizar suas orquestras gamísticas inesquecíveis. E como marca. Pessoalmente eu gostaria mais de eventos mundiais desse porte no Brasil, como o Symphonic Fantasies e alguns outros... não lembro o nome agora...
O VGL com certeza é um presente para os fãs gamers brasileiros neste país onde o crescimento e reconhecimento dos games começa a andar com os próprios pés (já passou do engatinhamento, acredito) mesmo de formas inesperadas e muitas vezes incovenientes, mas isto é assunto para outro post.
03 Julho, 2009
51 J-people
Passando rápido.
Site deveras interessante. Para conhecer os tipos de "personagens" das terras nipônicas.
As descrições de cada um dos tipos estão em inglês, mas vale a pena dar uma olhada
http://www.51japanesecharacters.com/
28 Maio, 2009
Games e a Sociedade N°I
Post de hoje no estilo "nerd-filosófico". Então vamos lá! Muitas vezes associa-se os games como uma parte alheia à vida real, para nos proporcionar lazer, diversão, descontração, por assim dizer. Neles, você pode tentar passar uma fase, completar missões e objetivos, geralmente, quantas vezes forem necessárias, até você atingir satisfatoriamente ou desistir de vez, abandonando o jogo (?).
A vida fala por si. É possível lembrarmos das incontáveis experiências que vivenciamos e as muitas metas que desejamos alcançar. Pense metaforicamente. Terminar aquele jogo considerado difícil pode associar-se ao seu sucesso em uma determinada fase difícil de sua vida; outro caso em que você foi promovido na empresa em que trabalha e sabe que para isso, dedicou e se esforçou muito para chegar lá... Outro exemplo: A busca do primeiro emprego por conta própria, sem ajuda de contatos; quantos lugares você não bateu de porta em porta para depois de muitas tentativas ser chamado por uma empresa? Agora, associe isso também àquela fase ou um enigma super difícil que lhe despendeu tempo e muitas e muitas tentativas. Nessa linha de pensamento, a persistência (ou em alguns casos, teimosia) adquirida pela experiência de jogador conta muito.
O ato de jogar desenvolve muitas habilidades "físico-psico-cognitivas". O fato dos games realmente terem o objetivo de imergir a pessoa proporciona um raciocício, concentração e a organização do que fazer para cumprir os objetivos do jogo. É sabido que cada gênero de jogo propicia uma forma de interação diferente e logo experiências diferentes.
Em suma, independente do gênero, todos os jogos em geral testam uma ou mais das seguintes habilidades (além de muitas outras) do jogador:
- Coordenação motora (jogos musicais - ex: Guitar Hero)
- Mentais (Todos sem exceção)
- Raciocínio lógico (jogos de puzzle - ex: Brain Age)
- Concentração (jogos de puzzle - ex: Tetris)
- Precisão (jogos de Tiro/plataforma - ex: Counter Strike/Super Mario)
- Reflexo (jogos de agilidade - ex: Pump It Up)
- Memória (jogos de puzzle - ex:
- Organização (jogos de estratégia/simulação - ex: Sim City)
Se parar pra refletir, muitos jogos até misturam o uso destas e outras habilidades. E depois (os leigos) falam que os jogos são violentos, que não servem para nada, que é coisa para quem não tem mais o que fazer. Você com certeza já ouviu diversas desculpas.
A verdade é que, felizmente, nos últimos tempos (há quanto tempo exatamente não sei) essa mudança de pensamento vem mudando. Diversas camadas sociais estão aceitando os games algo rotineiro, como o uso da internet. A prova disso são os seguintes exemplos: existem tratamentos de reabilitação físico-motora de pessoas com o uso do Nintendo wii, assim como o famoso Wii-fit, acessório complementar da nintendo para as pessoas entrarem em forma com seus jogos.
Além disso, socialmente falando, muitas pessoas se conhecem através das redes de jogos online, os famosos MMOG/MMORPG (Massive Multiplayer Online Games/Massive Multiplayer Online Role Playing Games), como World of Warcraft, onde as pessoas mantêm relacionamentos sociais.
Pra terminar, pode-se dizer que atualmente os games envolvem muito mais o conceito de se divertir e se entreter. Os games de modo simplificado, são simulações somadas a fatores lúdicos e de desafios. de por isso gosto tanto da área. Passou-se a idéia de que jogo é coisa (só) de criança.
10 Maio, 2009
A raiz dos problemas
Primeiro, sim. Realmente, faz meses que não posto nada e este blog já estava mais empoeirado que meu snes no canto do armário. De toda forma, lá vamos nós de novo. Hora de soprar a fita (?) e dar um play novamente nesse blog. Sem mais game overs, haha! (Y)
Enfim, se tem algo que eu adoro fazer e não tenho me dedicado direito, é jogar videogames. GAMES EM GERAL! Desde as mil ocupações do ano passado para cá mal tive tempo de jogar qualquer game que fosse. Some isso ao sumiço de um memory stick de 8gb com vários saves de horas perdidas de jogos fantásticos como FFVII Crisis Core que não consegui zerar (há, começar pelo Hard mode é casca!) e muitas horas de DJ Max. Desde o último post para cá, consegui recuperar tudo, ainda bem! :DQuando lançaram o Final Fantasy Advent Children COMPLETE para Blu-ray disc há menos de 1 mês atrás (16.04.2009 se não me engano), a empolgação voltou. Peguei meu Crisis Core comprado com muito suor e que estava guardado. Tive que começar tudo de novo, sem mais meu antigo (e perdido) save...
Ainda estou jogando e certamente não completarei 100% tão em breve, já que tenho jogado 1 hora por dia.
Para quem não sabe, o enredo do jogo ocorre 7 anos antes do lendário Final Fantasy VII (1997) para PSOne. O protagonista? Ninguém menos que Zack Fair, SOLDIER de primeira classe da corporação Shinra que está destruindo (?) o planeta. A trama é totalmente voltada aos eventos que sucederam ao caos de FFVII e consequentemente ao Advent Children.
Em Crisis Core, mostra-se a evolução de Zack como Soldier inferior (leia-se Terceira Classe) até se tornar um "soldier fist class". Isto claro, é só uma ponta da trama cheia de confusões e mistérios (?) e que o pessoal da Square-enix conseguiu amarrar direitinho com os eventos de Final Fantasy VII em si. Claro, tem personagens importantíssimos como Angeal, Genesis e Hollander que não foram citados em momento algum no Final Fantasy VII (o do PSOne), mas também pudera, *CUIDADO, SPOILER ADIANTE, não leia se você for jogar Crisis core um dia*, todos eles morrem já em Crisis Core.
Pode-se dizer que Crisis Core É de fato, um jogo triste. Não aparenta, mas como o próprio nome do game diz, quase todos eventos no jogo frustram de certa maneira o jogador, mas não pelo jogo em si e sim pelo fato de Zack não enxergar a verdade da empresa em que trabalha, até você zerar o jogo (???). Se você jogou Final Fantasy VII, vai saber que muita coisa foi em vão por ele (ou não! ???). Pode não ser o melhor sistema de combate do mundo e ter somente ele como personagem jogável, o que tira aquela característica de Final Fantasy de você ter sua "party", mas equilibraram bem o nível do jogo mesmo assim. Ainda assim, fica um sistema mais interessante do que o RTB (Round Time Battles ou batalha por turnos). Em outros aspectos técnicos, a câmera poderia ter sido melhor trabalhada. Algumas poucas vezes, acabei morrendo pela falta de controle da câmera durante as batalhas. É um jogo também cheio de fillers, com muitas missões paralelas, onde você pode passar a vida inteira se quiser para completar tudo (oi, meu nome é Leo e quero 100% logo!) ou simplesmente em 15 horas de jogo você o termina tranquilamente, se seguir somente a história principal.
Daria um 8,8 para o jogo. O que mais vale a pena mesmo é saber como as coisas desenrolaram para acabar do jeito que começou o Final Fantasy VII.
Os personagens que Zack conhecem durante o desenrolar do jogo passam a ter muito mais sentido na história em geral e mostra que não surgiram do nada. Zack é um personagem super otimista e carismático. Não é à toa que ele foi o grande mentor de Cloud, se tornou SOLDIER 1st class e conquistou a Aerith, mesmo que sem querer.
O jogador fã de FF certamente vai reparar em vários fan services pelo jogo. Exemplo (cuidado spoiler!): Quando Zack é atingido por seu companheiro Angeal em um monento do jogo, o chão de madeira se rompe, abrindo um buraco no chão e ele cai aonde? Em cima do canteiro de flores da igreja que fica nos subúrbios (leia-se Slums) da cidade de Midgar, onde Aerith vivia passando o tempo. É IGUALZINHO a cena de Cloud caindo em FFVII quando ele e o grupo anti-Shinra Avalanche explodem o reator do Setor 5!
Tem partes que dá para derrubar mesmo uma lágrima ou outra... como falei, é um jogo triste, mas foda por ser assim, por ser um ótimo complemento da trama toda de FFVII! Logicamente, meu "review" não é nada profissional (e nem pretendia ser), mas destaquei os fatos que mais me chamaram atenção do jogo. Se eu quisesse, me estender, falaria de muitos mais aspectos técnicos, do sucesso do jogo e seu marketing de lançamento no Japão/EUA, mas paro por aqui. Se tiver curiosidade de saber mais, leia aqui: http://finalfantasy.wikia.com/wiki/Crisis_Core_-Final_Fantasy_VII-
Site oficial do jogo:
http://www.crisiscore.com/
Reviews no GameFAQ/IGN:
http://www.gamefaqs.com/portable/psp/review/925138.html
http://psp.ign.com/articles/860/860615p1.html
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EXTRAS - CC OST, Why (Ayaka)
Ayaka canta o tema de encerramento de Crisis Core com sua música "Why"
A trilha sonora de Crisis Core acompanha a Why acima, mas dou destaque a algumas trilhas do jogo
> Sucessor (Theme of Crisis Core)
> Dreams and Pride
> Under the Appple Tree
> The Burdened
> A Flower Blooming in the Slums
> To a New Post
> The Price of Freedom
Acho que é isso! :D
(e meus posts, enormes como sempre! haha).
18 Setembro, 2008
PS2 Brasil
E viva nosso mercado!
Quanto ao meu sarcasmo, dispenso comentários. Mas os valores percentuais da matéria no link abaixo assustam, por mais "acostumado" que os gamers brasileiros estejam...
Aquela velha história onde sempre bato a tecla aqui, parafraseando uns trechos da matéria abaixo:
"O Brasil é o décimo país com maior prejuízo gerado pela venda de softwares ilegais. Apenas em 2007 as perdas chegaram a US$ 1,6 bilhão."
"As vendas da indústria de games movimentaram US$ 9,5 bilhões em 2007, um aumento de 27% em comparação a 2006, segundo a Entertainment Software Association (ESA)."Confira a matéria inteira aqui.
"(...) o Brasil representa apenas 0,16% do faturamento mundial de jogos eletrônicos."
O Pablo escreveu no último post em seu blog sobre isso também, confiram!
